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A quem estes finalistas prestam homenagem?

30 de novembro de 2017

A gente adora saber a história por trás dos produtos inscritos no Prêmio Salão Design. São muitas: precisamente 14.312, que é o número de projetos participantes nesses 30 anos. A cada edição, quando os concorrentes se afunilam em finalistas e, depois, em vencedores, nossa empolgação vai crescendo ainda mais.

É tocante para a equipe do prêmio reverberar o design e a história por trás do design, como uma poltrona desenhada em homenagem à avó de alguém ou uma linha de banquinhos que o designer criou para seus filhos. Tudo isso faz parte do nosso cotidiano e queremos saber quem são as inspirações por trás desses três finalistas com nomes pessoas:

 

Projeto: Cadeira Bruna

Modalidade: Profissional

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Ela desafia o equilíbrio e a maleabilidade do metal de forma escultórica, usando um único tubo dobrado de forma ininterrupta e sem soldagem. Seu encosto faz um leve balanço, que permite ao usuário se aconchegar na sua posição conforto pessoal. E sobre Bruna? Bem: Bruna é sobrinha e afilhada do designer que assina essa peça. É uma publicitária apaixonada pelas artes e, pelo que sabemos, é uma pessoa delicada, mas inovadora e com muita personalidade.

 

Projeto: Poltrona Lina

Modalidade: Profissional

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A Poltrona Lina é destinada a um público que valoriza o design brasileiro feito para durar, produzido com materiais de primeira qualidade e excelente execução. É uma clara homenagem ao modernismo, representado por Lina B oBardi, e foi desenvolvida a partir de uma pesquisa sobre as poltronas com estrutura tubular de metal que começaram a ser desenvolvidas na Bauhaus e se tornaram ícones do design. Para aquecer e abrasileirar essa tipologia de produto, a madeira foi introduzida como parte da estrutura, embora o metal tenha ainda sido utilizado nas conexões. O assento e o encosto são estofados com plumas.

 

Projeto: Linha Zina

Modalidade: Profissional

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Aqui temos outra referência bem clara já no nome. Trata-se de uma linha inspirada nos móveis de ferro assinados por Zanine Caldas nos anos 1950, reunindo um mix de materiais contrastantes como o aço carbono, tecido e madeira maciça, imprimindo personalidade, visual urbano e estética industrial.

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